Objetivo: moldar a silhueta

1 Jul

prainha 2

Com os olhos postos na praia, estipula-se o fim dos pecados à mesa. É tempo de cuidados alimentares. “Sim, mas o que fazer na prática para perder peso ‘à séria’?” A pergunta foi-me lançada há dias por uma amiga que nem sequer é novata no ‘mundo das dietas’, mas porque acaba sempre por cometer ‘pecados de bradar aos céus’ vive em eterno conflito com a balança.

“O melhor é mesmo coser a boca, certo?”, opina, querendo com isto dizer cortar em calorias e nutrientes. Decidi ajudá-la numa conversa com a nutricionista Magda Rocha da Nutradvance.

Há algum fundamento nesta ideia de sacrifício associada a uma dieta para emagrecer?

M.R: Não. Na realidade, a combinação de alimentos é mais eficaz no controlo do peso do que o cortar calorias e nutrientes, o que até pode ser perigoso para a saúde se não for bem acompanhado.

Existe uma ‘fórmula’ eficiente para cada pessoa perder peso?

M.R: A ‘fórmula’ depende das características individuais da pessoa, e por isso é que se recomenda o acompanhamento de um especialista na área (um nutricionista ou dietista).

Como é que é definido cada programa de emagrecimento?

M.R: A pessoa é avaliada a nível do peso, IMC (índice de massa corporal), percentagem de massa gorda e volume, sendo-lhes igualmente definidos os parâmetros considerados saudáveis e realistas para as suas características. No final é feito um plano alimentar personalizado que tem em conta gostos pessoais e ritmos de vida.

Quais os riscos das dietas ditas de curta duração, que se baseiam no consumo de batidos e sopas de baixo valor calórico, por exemplo?

M.R: Se forem de curta duração, os riscos não são grandes para um individuo saudável. Caso se prolonguem, o risco de desnutrição e perca de massa muscular é real, uma vez que pode não ser possível fornecer ao organismo todos os nutrientes que este necessita.

Controlar o peso implica continuar a ter cuidado com a alimentação, após o plano de emagrecimento? 

 M.R: Cuidados vão ter que existir sempre. No entanto, um peso saudável pode perfeitamente suportar um “abuso” esporádico sem qualquer consequência.

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