Archive | August, 2013

Uma mão cheia de sensações

30 Aug

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Agora que a maioria regressa a casa e à rotina, apetecia-me rumar a sul. Gosto do Algarve por esta altura, com as praias mais vazias de gente, e de ficar sentada na areia a olhar o mar, a ver o pôr-do-sol.

Os meus melhores momentos para estes lados estão associados a estas pequenas coisas. E a tratamentos de relaxamento no Real Spa Thalasso do Grande Real Santa Eulália Resort & Hotel Spa, que são um verdadeiro luxo.

Já passei alguns fins de semana neste hotel com vista para a praia, em Albufeira. A determinada altura fiquei mais uns dias para um tratamento de talassoterapia personalizado.

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Entre o circuito termalthalasso, por onde o programa começava todos os dias, e os tratamentos em cápsula e em banheira, todos indicados para tirar partido das propriedades da água do mar, deliciava-me ainda com os cheiros e  as texturas dos óleos.

Lembro-me de ter chegado ao último dia do programa com uma grande sensação de leveza. E completamente desintoxicada.

Eu adoro estes mimos, não há volta a dar. E desta vez apetecia-me tê-los precisamente aqui, no Real Spa Thalasso. Por isso, fico a olhar as fotos e a pesquisar informação.

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Continua a haver uma enorme oferta de tratamentos e massagens baseada na eficiência das propriedades da água do mar e dos seus bioelementos. E outras mais com diferentes finalidades.

De uma enorme lista, fico a saber que há um tratamento de relaxamento Real Lusitâneo, continua a haver shiatsu, massagem havaiana e massagem Ayurvédica.

Mas se estivesse lá neste momento, acho que ia escolher a terapia das pedras quentes, pois dá-me sempre uma enorme sensação de bem-estar e relaxamento. E depois gosto do que promete: ativar o processo de regeneração das células e ajudar a eliminar as impurezas e toxinas do organismo (Fotos cedidas pelo hotel).

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Aumente o seu bem-estar

28 Aug

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Está tudo interligado, na perspetiva da Psicologia Positiva. A positividade com maiores níveis de bem-estar, e estes com a serenidade, a esperança e o otimismo relativamente ao futuro.

Dito de outra forma, quando experimentamos bons níveis de bem-estar sentimo-nos mais tranquilos e mantemo-nos confiantes face ao tempo que está para vir.

Pelo menos é o que garante a psicóloga e terapeuta familiar Catarina Rivero, explicando que é possível isso acontecer “mesmo que não estejamos sempre a viver emoções positivas”.

Trabalhar ao nível do nosso bem-estar aumentando-o deve ser, por isso, uma prioridade. O caminho. A psicóloga diz que é uma tarefa que envolve cinco níveis, e que “quando eles se encontram em harmonia a positividade acontece” mais facilmente.

A pessoa fica com “maior capacidade de relacionar-se com os outros e mais otimista na sua vida individual e coletiva”. O que fazer, então, na prática?

• Cultive emoções positivas: (alegria, amor, prazer, otimismo, sentido de humor) numa proporção de três emoções positivas para cada emoção negativa. “Quando experimentamos mais emoções positivas, estamos mais aptos e encontrar soluções para os problemas. Ficamos mais criativos”.

• Envolva-se: quanto mais envolvidos nas tarefas e rotinas estamos menos tempo ficamos a ‘ruminar’. Sentimos que somos úteis e desenvolvemos a nossa criatividade.

• Encontre sentido para a vida: as pessoas que sentem que pertencem a algo maior que a sua existência, que têm um propósito, tem maiores níveis de bem-estar (ele é encontrado de formas diversas, como através do ativismo social e/ou político, participação cívica, apoio a familiares, religião).

• Realize-se: definir objetivos próprios, tangíveis, e alcançá-los é algo muito referido por pessoas com maiores níveis de bem-estar. Portanto, faça como elas, comece a criar os seus.

• Crie e mantenha relações positivas: manter relações gratificantes contribui fortemente para o bem-estar, cultivando a capacidade de dar, estar, perdoar e agradecer.

Compreender, aceitar, perdoar

26 Aug

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Há dias li uma frase de um qualquer pensador numa rede social que apresentava esta trilogia como essencial às nossas vidas. Uma sequência de capacidades em ordem que se propõe participar no nosso equilíbrio emocional.

Há quem duvide. E quem admita, como uma amiga minha: “eu até compreendo, o difícil é perdoar”.

Também eu já pensei como ela. Agora tento manter o meu equilíbrio resolvendo esta “tríade emocional para alcançar harmonia e bem-estar”.  É fácil? Não, não é. De acordo a psicóloga e terapeuta familiar Rita Duarte, é mesmo uma das “mais complexas e desafiantes” solicitações.

Compreender, aceitar, perdoar. O que as faz determinantes ao nosso equilíbrio psicológico, diz, “é o facto de estarem interligadas nos confrontos que vamos tendo ao longo da vida” – connosco e com os outros – “e porque as três nascem de choques emocionais que abanam aquilo que sentíamos e expectávamos”

Rita Duarte coloca a capacidade de ‘compreender’ no cimo da trilogia. Esclarece que embora pareça estar ligada à razão, “o que a sustenta é a competência para nos mobilizarmos e colocarmos no lugar do outro. Ou noutro lugar de nós próprios

Implica abertura. E é o único caminho que nos permite chegar às razões por trás do comportamento (que nos humilhou ou prejudicou de alguma forma) e, posteriormente, “cruzar essa informação com aquilo que esperávamos, desejávamos

Deste movimento nasce a aceitação. Ou não.

Negociamos a partir do quanto nos sentimos “ofendidos, descuidados, desprotegidos, humilhados” e do que do outro lado existir como “explicação relativamente ao que nos fez”.

A partir da compreensão e da aceitação que sentimos, e que o outro sente acerca da nossa posição, “torna-se claro que aquele assunto deve ser deixado ir”, garante a psicóloga

Perdoar é deixar ir, sublinha. É vermo-nos livres do peso emocional daquilo que nos magoou. E fazemo-lo em primeiro lugar por nós próprios.

Tempo de vindimas

23 Aug

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A ideia de celebrar o fim do verão sob o signo das vindimas parece-me muito tentadora. Não só porque sempre quis ter esta experiência, mas também porque o programa que me dá essa possibilidade, e me chegou via email, parece-me muito interessante.

Desta vez rumo ao sul do país, ao encontro da planície alentejana, a paragem é na Herdade do Esporão, em Reguengos de Monsaraz, onde nos espera um café de boas-vindas junto à vinha. Nada mais simples. Gosto da sugestão!

Na rota das vindimas, começamos, então, com um passeio por entre as vinhas – o que nos permitirá observar as práticas e tradições que envolvem a apanha do fruto. E onde somos convidados a participar ativamente na vindima.

vinha recortadaDepois desta ‘aula’ prática, a céu aberto, passamos para as caves e adegas  da Herdade, onde se propõem explicar-nos os segredos do processo de vinificação e os estágios do vinho. No final, como não podia faltar, há provas de vinhos.

O programa acaba com um almoço preparado pelo chefe Miguel Vaz. O Menu Vindimas é mais uma viagem às raízes desta região alentejana, com os seus típicos sabores e texturas.

Há carpaccio de pato para a entrada, e dois pratos principais – um de bacalhau com tomate, outro de presa de porco guarnecido, entre outras coisas . Há crumble de maçã, peras e uvas com gelado de chocolate. E sim, claro, tudo regado com os vinhos da casa – um Defesa Rosé 2012, um Esporão Reserva Branco e Quatro Castas Tinto.

E à tarde há tempo livre para passear pelos jardins do Enoturismo, dar outro passeio pelas vinhas e explorar as redondezas, descobrindo a sua diversidade de fauna e flora. Um programa diferente, que além de tudo o que nos propõe ainda privilegia o contacto com a Natureza (Fotos cedidas)

Quando: de 24 de agosto a 24 de setembro, todos os dias menos domingos

Preço: 80€ por pessoa

Nº de participantes: mínimo 2, máximo 8

Reservas: +351 266 509 280 reservas@esporao.com

Verdade ou fição?

21 Aug

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Mais um livro a ocupar este espaço de inspiração. Desta vez Invisível, de Paul Auster. Penso tratar-se do décimo quinto romance do autor norte-americano. Foi lançado em 2009, e é, provavelmente, um dos seus melhores.

A escrita é fabulosa. O enredo absolutamente empolgante e imprevisível, pois apesar do mistério que se instala logo no princípio, com o encontro de Adam Walker, o protagonista, e o enigmático casal Rudolf e Margot, jamais podemos antecipar os acontecimentos que nos vão guiar até ao final.

Estamos em 1967. Adam é um jovem universitário aspirante a poeta. Rudolf um misterioso professor universitário. E Margot a sua namorada. Apesar de prever uma qualquer desgraça resultante daquela relação insólita, Adam não consegue escapar ao perverso triângulo amoroso que se forma entre eles e mais à frente o arrastará para uma inesperada situação de violência.

Afinal quem é Rudolf? O que é que é verdade e imaginação na vida de Adam Walker? No final, talvez caiba a cada um de nós resolver este enigma, contado por três narradores distintos através de diferentes tempos narrativos.

Uma história perturbadora, inquietante. Que acontece entre 1967 e 2007, se revela entre luz e sombra, e nos revela as grandes preocupações da época como a Guerra do Vietname, a colonização francesa na Argélia e na Indochina, e a Guerra Fria.

Eu li Invisível, de Paul Auster em dois dias. Simplesmente não conseguia parar.

Linguagem positiva

19 Aug

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Existe mesmo uma forte relação entre a forma como comunicamos e a qualidade das nossas relações. Pelo menos, esta é a conclusão de estudos na área da comunicação.

Posto isto, é possível dizer que o uso da “linguagem positiva é promotora de relações por sua vez positivas”, observa Catarina Rivero, psicóloga, coautora do livro Positivamente (Esfera dos livros).

Comunicar pela positiva é centrarmo-nos nos aspetos positivos, ter facilidade de elogiar e agradecer, explica, acrescentando que neste tipo de comunicação há espaço para o humor positivo: “rir com…”

Utilizando a tipologia proposta por alguns autores de que “as interações comunicacionais podem ser ativas ou passivas, e construtivas ou destrutivas, consoante a dinâmica entre os seus intervenientes”, a psicóloga diz que é a “comunicação ativo-construtiva a que mais se faz sentir em dinâmicas gratificantes para todos eles”

Como definir este discurso? Envolve alegria pelas vitórias do outro e reforço pela positiva. Neste contexto, a resposta de um homem à mulher que chega a casa e partilha com ele a felicidade de ter sido promovida será deste tipo: “ ‘Boa! Temos de celebrar! Tu mereces! És uma excelente profissional!’”.

De qualquer forma, as diferentes interações estão presentes em qualquer dinâmica relacional. O que faz a diferença é a predominância de uma.

Mas a importância do uso da linguagem positiva não se esgota na relação com o outro. É também essencial manter uma “linguagem positiva no nosso diálogo interno”, assegura Catarina Rivero.

Como? Cultivando o otimismo, que ajudará na motivação e realização de objetivos. Exemplifica: “face a um desafio, dizendo a nós próprios que temos competências suficientes para o superar, reconhecendo que só depende de nós, pelo que só temos que nos esforçar”.

Jantares biodinâmicos com arte

16 Aug

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Talvez este não seja o melhor título, mas não me ocorre outro que possa expressar melhor o evento que terá lugar em Lisboa, nos próximos dias 13,14 e 15 de setembro: a Primeira Edição Steinbeisser Gastronomia Experimental.

Nascido em Amesterdão onde já soma três edições, este projeto apresenta uma experiência gastronómica que inclui pratos preparados com produtos de origem regional e biodinâmica (extraídos de campos agrícolas que ‘professam’ a sustentabilidade ecológica)

Em Lisboa, e em colaboração com o Instituto Macrobiótico Português, o Steinbeisser propõe-nos, assim, três jantares com menus confecionados à base de grãos, vegetais, sementes, frutas frescas e frutos secos. Produtos que têm estado a ser produzidos em regime de agricultura biodinâmica por produtores portugueses, para este propósito.

Mas as surpresas não se ficam por aqui. O evento que envolve uma gastronomia de exceção, envolve ainda outras artes. Pelo que a artista e joalheira japonesa Maki Okamoto criou os garfos (como o da foto acima, cedida pelos organizadores) e outros utensílios que os participantes dos jantares são convidados a usar nas refeições.

Segundo os criadores do Steinbeisser Gastronomia Experimental, o meu querido amigo Martin Kullik – que viveu alguns anos em Portugal –, e Jouw Wijnsma, “o projeto tem raízes nas cerimónias gastronómicas do sul da Europa e propõe uma nova perspetiva nos hábitos alimentares”.

Estou certa que vai ser um grande acontecimento. Por isso, tome nota:

Onde vai acontecer: Steinbeisser no Instituto Macrobiótico de Portugal. Rua Anchieta, nº 5 – 2º esq. Lisboa

Quando: 13,14 e 15 de setembro, às 19 h.

Número de pessoas por noite 25

Preço: 27€ (menu de 5 pratos)

Reservas: info@steinbeisser.org ou shoes41.42@gmail.com

Descontrair no coração do Douro

14 Aug

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Continuo a sonhar com experiências de evasão! Só que desta vez apetece-me eleger um destino mais ou menos desconhecido, uma zona bonita, portuguesa, onde possa continuar a privilegiar do contacto com a Natureza.

Para onde posso ir? O que é que há de novo, ou não, que possa preencher esta vontade?

A pensar em tudo isto, visito sites, como quem come cerejas, e acabo descobrindo a Quinta do Vallado com o seu magnífico Wine Hotel. Rendo-me!

Agrada-me a fachada do hotel rural, o novo edifício com o grande muro de xisto, o antigo com a sua traça original, e a ideia de pernoitar num espaço que conjuga tradição e contemporaneidade. Agrada-me a visão verdejante do coração do Douro, e a possibilidade de mudar um pouco o rumo dos meus percursos ao escolher passar uns dias aqui (tendo a ir para sul).

Mais um clique e fico a conhecer a história da Quinta do Vallado. A referência mais antiga data de 1716 e pertenceu a Dona Antónia Adelaide Ferreira – a senhora cuja fotografia vem nas garrafas de vinho do Porto.

Continuo a minha viagem virtual: descanso na sala ampla e majestosa, para depois espreitar os quartos distribuídos pela Quinta recuperada e pelo novo edifício concluído em 2012. Não tenho dúvidas que escolheria um destes últimos.

Gosto mais de quartos modernos, depurados, com decoração em tons crus e apontamentos suaves. Os quartos século XVIII são inspirados na época, com as suas mobílias em madeira policroma.

Por fim, agrada-me a ideia de ter atividades disponiveis na Quinta do Vallado como aulas de cozinha, provas de vinhos, workshops na horta, caminhadas, e até massagens em plenas vinhas. Ah, e em setembro e outubro, quem sabe não há a possibilidade de participar na vindima?!

Pensar positivo ou viver positivamente?

12 Aug

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Gosto da palavra positivo(a). Associo-a a esperança e a força. Mas sempre que ela me surge no contexto do ‘pensamento positivo’ como algo que deve prevalecer perante as adversidades da vida, e mais nada, atrevo-me a dizer que desconfio.

Afinal, o que há de verdade nesta teoria que nos apresenta o ‘pensar positivo’ como remédio para todos os males?

A psicóloga Catarina Rivero diz que a Psicologia Positiva “tem vindo a demarcar-se da lógica do pensamento positivo associado a uma filosofia que vê só o que é bom e nega o lado negativo”, colocando a ênfase no que considera um “estado de positividade. Que, mais do que pensar positivo, se associa a um elevado nível de bem-estar experimentado pelos indivíduos”.

O que, acrescenta, está diretamente relacionado com o experienciar emoções positivas e fluir (capacidade da pessoa se envolver nas atividades que tem entre mãos), realizar objetivos e criar e manter relações positivas, e ter um sentido para a vida (sentir que a vida tem um significado).

Mas também com o saber gerir as emoções negativas, lidando e crescendo com a adversidade. Sem deixar de cultivar a esperança e o otimismo.

As pessoas com maiores níveis de bem-estar subjetivo têm este perfil. E de acordo com os estudos, “ganhos nas suas relações sociais, são mais flexíveis, mais resilientes (com maior capacidade de lidar e crescer com a adversidade), são mais cooperantes e generosas e tendem a cuidar mais da sua saúde”.

E os outros consideram-nas ‘positivas’ ou afáveis, observa ainda Catarina Rivero, concluindo que “quando temos maiores níveis de bem-estar, mesmo que nem sempre a viver emoções positivas, há uma maior serenidade, esperança e otimismo face ao futuro”.

Mimos para agosto

9 Aug

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Aqui vou eu outra vez embalada pelos sentidos. Os últimos dias têm sido assim, com espaço para tecer desejos. Inspirada pelas cores das tardes e pelo cheiro das árvores por baixo da minha janela, faço pequenos planos de mimos.

Tenho esta mania de antecipar o outono, mal vejo os dias ficarem ligeiramente mais curtos. Fico com vontade de beber chá quentinho, tomar banhos de imersão, e de tratar a minha pele com cuidados especiais. De preferência fazer tudo isto no mesmo espaço, sob a sigla de um tratamento. Preciso destes rituais de passagem entre estações.

As propostas do Real Spa Marine, do Grande Real Villa Itália Hotel & Spa, em Cascais, parecem-me sempre muito aliciantes em matéria de tratamentos. Para além de ser muito agradável ficar uns dias, um só fim de semana que seja, num espaço tão confortável e sofisticado como o deste hotel que já foi palácio. E as vistas, com varandas debruçadas sobre o mar?!

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Já pernoitei por lá algumas vezes, fiz vários tratamentos (um de detox, e saí de lá levezinha e rejuvenescida), e a determinada altura experimentei a funcionalidade de ter um ginásio na própria suite, com aulas assistidas por um personal trainer.

A carta de tratamentos do Real Spa Marine é diversificada e a experiência de cada pessoa é sempre única, mas normalmente começamos esta viagem rica em sensações percorrendo o circuito interativo de Talossoterapia, integrado na piscina.

Passando por várias estações, tiramos partido dos benefícios da água do mar: hidratação, oxigenação, remineração e tonificação do corpo. Enquanto a nossa mente vai cedendo ao ambiente envolvente, permitindo-se relaxar.

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Em matéria de massagens o difícil é mesmo escolher, se não temos a necessidade específica de aliviar qualquer mal-estar. Da Localizada à Drenagem Linfática, da Desportiva à de Relaxamento, da Lomi Lomi à massagem de Pedras Quentes, todas são boas, todas confortam.

Também não faltam as terapias holísticas, com destaque para o Shiatsu e a massagem Tailandesa. Também já experimentei a primeira que recorre à pressão em locais estratégicos do corpo para desbloquear o fluxo energético. O resultado foi quase imediato.

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E em tempo de passagem (do verão para o outono), faz todo o sentido dar ao corpo e ao rosto outro tipo de cuidados, que se prendem mais à estética. Um tratamento vitalizante, após uma limpeza e esfoliação profundas, é um investimento necessário que nos devolve a luminosidade ao rosto.

Se aplicarmos a mesma receita ao corpo, desta vez com uma esfoliação marinha que purifica e oxigena a pele, saímos do Real Spa Marine praticamente preparados para qualquer humor outonal. Eu confesso: dava (quase) tudo para estar lá agora!   

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