O que é que estas praias têm?

2 Aug

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Águas límpidas e cristalinas, areias brancas e ambientes descontraídos.

Às vezes o sol teima em não aparecer em pleno verão – o que não foi o caso este ano, durante a semana de julho que lá passei umas férias tranquilas –, mas mesmo assim há magia nas praias do SW Alentejano e Costa Vicentina que visitei.

E à sua volta uma beleza que nos convida a voltar em qualquer altura do ano. E a vivê-la com todos os sentidos!

∙ Praia das Furnas

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De um lado o Atlântico, do outro a foz do rio Mira, e a ao fundo a praia do Farol. Às vezes caminhamos da praia para o rio, onde as águas ficam mais frias até ao arrepio.

Este ano o mar avançou sobre a areia e o verão revelou um areal menos profundo quando a maré enche. A solução, para quem gosta do silêncio e detesta sentir-se numa carruagem do metro de Lisboa na hora de ponta, é chegar à praia com a maré vazia.

Foi o que eu fiz esta ano, aproveitando para dar umas boas caminhadas à beira mar e banhos revigorantes. Vale sempre a pena voltar às Furnas.

∙ Praia de Almograve

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O areal é pouco profundo e extenso, mas também aqui o avanço do mar fez-se claramente sentir. Na hora da maré cheia há pouco espaço para banhos de sol. Independentemente disso, continuei a ‘acampar’ na zona mais recatada e intimista da praia, com um areal diminuto.

Quando o mar sobe na praia de Almograve a rebentação ameaça, pode tornar-se traiçoeiro, por isso é tempo de ir ao encontro de outras paragens.

Diz-se que tem boas condições para a prática do bodyboard. Eu confesso que não sei. A minha relação com o mar é mais contemplativa!

∙ Praia da Ilha do Pessegueiro

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Não sei se há um pessegueiro na ilha, nunca fiz essa viagem de barco. Deste lado continuo a ver uma ilha de gaivotas.

Este ano, num dos dias mais quentes por estas paragens, experimentei umas braçadas na praia – que é vigiada – com as suas águas transparentes e areia branca.

∙ Praia do Malhão

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Tenho que admitir, é a minha preferida. É a praia mais selvagem, a praia do grande areal com grandes dunas, e uma vasta encosta de rochas, que vai conseguindo sobreviver às grandes invasões de turistas, talvez porque não é de fácil acesso.

Para lá chegar é preciso fazer um caminho tortuoso de terra batida. Mas há sempre espaço no Malhão, mesmo quando a maré enche.

Este ano a prática do surf pareceu-me mais presente, o que não tirou a magia ao lugar.

∙ Praia do Carvalhal

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Também gosto especialmente desta praia atravessada por um riacho, situada a poucos quilómetros a sul da Zambujeira do Mar, num vale profundo e harmonioso.

A melhoria nos acessos tem trazido mais gente ao Carvalhal, que continua a ser uma praia tranquila com muito bom ambiente.

À beira mar ou mais distante no areal, o conforto convida a umas braçadas descontraídas no mar e a preguiçar ao sol ate ao entardecer.

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