Totalmente ‘zen’, com a orelha ‘tatuada’

25 Nov

auriculoterapia

Viver na proximidade do Nipon Spa é uma tentação. Quase posso ir fazer qualquer tratamento de pijama, com a certeza que volto para casa com uma enorme sensação de alívio e bem-estar.

Por isso, regressei lá sexta-feira ao fim da tarde.

Com o cansaço e a tensão a fazerem sentir-se em zonas específicas do meu corpo, encontrara o motivo (ou a desculpa) para experimentar mais uma terapia. Desta vez, a acupuntura auricular japonesa e chinesa.

A verdade é que já andava com ela ‘por baixo de olho’. Há algum tempo. Mas como tenho medo de agulhas, à última da hora adiava. Afinal, a essência do método é muito mais baseada em sementes (de mostarda) do que em agulhas.

Mas, isso, eu soube depois. Porque quando a terapeuta Estela Pinheiro Correia me informou que ia fazer percorrer uma espécie de ponteiro na minha orelha, fiquei desconfiada. “E dói?” “Não, não dói.”

acupuntura

Eu acredito nela, claro. “Será?” A ideia é fazer uma leitura da minha história com o dito instrumento – ao que parece, as orelhas também falam –, e detetar eventuais desequilíbrios energéticos. ‘Ups’, agora é que ela vai ver a minha vidinha toda! Já não tenho como fugir.

Estela vai explicando tudo: as sementes de mostarda e as agulhas semipermanentes “são colocadas em pontos específicos da orelha que podem corresponder a emoções, órgãos ou outras zonas do corpo”. A medicina chinesa “alivia a dor tratando a causa”.

E agora aqui estou eu, domingo à noite, com a minha orelha esquerda completamente ‘tatuada’ (em linguagem especializada, com os pontos reflexos permanentemente estimulados).

auriculoterapia

Apenas uma agulhinha – e não, não dói, volto a sublinhar –, e muitas, muitas sementes de mostarda, porque era preciso aliviar a dor na minha cervical, a tensão e o cansaço, e uma ou outra coisinha que não é aqui chamada, certo?

Duas ou três vezes por dia, vou fazendo uma pequena pressão em cada um dos ‘adesivos’ que contém a semente, conforme a Estela me indicou. Ainda não caiu nenhuma delas, embora isso possa acontecer até ao quinto dia de tratamento. A ideia é voltar lá para a semana. Limpar o ‘mapa’, e voltar a construi-lo!

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