Archive | January, 2014

De volta ao cycling

31 Jan

Não sei se é para ficar?! Não tenho tempo para tudo. [E Pilates continua a ser a grande prioridade que vou preparando e completando com o treino em sala, alongamentos e às vezes uma aulinha de localizada]. Mas estou de regresso ao cycling. Foram umas longas férias! Adorei voltar a pedalar. Agora muito mais centrada no abdómen e na importância de o manter permanentemente contraído, tudo noções que o Pilates autêntico tem vindo a dar-me. E adorei a sensação de ter trabalhado outros músculos. De forma ainda mais intensa. E, no regresso a casa, apeteceu-me celebrar esta reiniciação com um novo batido, ‘inventado no momento’. Correu muito bem. ‘Et volà’: uma mistura com sabor intenso a agrião (a roçar a acidez, como eu gosto!)

Preparação: Levar à liquidificadora os seguintes ingredientes: 1 copo de bebida de soja, 1 colher de sobremesa de linhaça dourada, 1 colher de sobremesa de sementes de sésamo, 2 tomates cherry, 1 colher de sobremesa de levedura de cerveja, 3 nozes, 1 molho pequeno de agrião baby

Cinema à quarta (para uma pré-estreia)

30 Jan

Finalmente, voltei às salas de cinema (ontem às 21h 30). Depois de um mês e meio de ausência. E aproveitando a Semana Óscares Metropolis (UCI Cinemas do El Corte Inglés) optei por uma pré-estreia. Indecisa ao princípio com o que havia de escolher, decidi-me por Um Quente Agosto. Porque me apetecia ver qualquer coisa leve e ao mesmo tempo inteligente. Porque nunca perco Meryl Streep. E porque gosto de Julia Roberts. Adorei! Absolutamente fabuloso este filme de 130 minutos, adaptado de uma peça com o mesmo nome (August Osage Country), que conta a história de uma família, ou melhor, das mulheres que a constituem. Uma harmonia entre o dito (diálogos) e o não dito (mas comunicado nas expressões dos personagens) e o desempenho dos atores que fazem deste filme um dos melhores, brevemente em cartaz. Estreia a 27 de fevereiro (Meryl Streep merece o Óscar, seguramente!)

A cidade e a luz

29 Jan

Plano com arvore

Plano com candeeiro

Plano com arco

Depois da chuva, este céu quase limpo. Quase azul. A cidade e a luz. De todas as perspetivas, Lisboa é sempre bonita. Ontem ao fim da tarde

Batido com sabor a frutos do bosque

28 Jan

pos treino

Hoje não houve tempo para o antes (o batido antes do treino). Sai de casa a ‘correr’ com uma mão cheia de nozes e castanhas. E um scone para ir mordiscando pelo caminho. Há dias assim, acordamos ao avesso! Mas depois de algumas horas no ginásio, senti que tinha de alimentar o músculo. Com este batido (depois do treino), inspirado em vários que vou encontrando nas minhas leituras:

1 Copo de soja natural

1,5 Colher de sopa de sementes variadas (chia, sésamo, linhaça dourada)

2 Nozes

6 Bagas de gogi

Frutos do bosque (2 amoras, 2 framboesas, 5 mirtilos, 5 groselhas)

1 Kiwi

De mãos dadas com Alice

28 Jan

Alice

Antes que eu pudesse juntar as letras e construir palavras, já me liam histórias fantásticas. Para me adormecerem. Sempre. Para me fazerem comer a sopa de legumes. Quase todos os dias. Quando cresci um pouco mais e aprendi a ler, já esses livrinhos faziam parte da minha biblioteca. Virei-me para eles. E enquanto a minha família testava a minha destreza em decifrar símbolos, eu sonhava. E como toda a criança resolvi as minhas angústias através dessas histórias. Li muitos contos de fadas, ao longo da minha infância. E mais tarde durante a pré-adolescência. Mas apesar de tudo o que nos liga a estas histórias, onde tudo é possível graças à imaginação, cortar com elas a determinada altura é sinal de ‘emancipação’. Que se cresceu.

Uns voltam lá pela mão dos filhos, alguns anos depois. São a maioria. Outros porque gostam de reler um bom livro. Há muito tempo que eu pensava voltar a ler Alice (no país das Maravilhas).  Pois sabe-se lá porquê, não tinha esta hitória de Lewis Carroll muita clara na minha memória! Mas chegava às livrarias, comprava livros e esquecia-me sempre deste fantástico clássico. Numa última visita em que procurava outro título – que não tem nada a ver com este e que não encontrei –, tropecei com Alice’s Adventures in Wonderland. E decidi, de uma vez só penetrar neste mundo do maravilhoso e treinar o meu inglês. Acabo de cair na toca do coelho…!

Memórias

27 Jan

ruinas  paisagem

ruinas 1 paisagem

ruinas 3 paisagem

Ruínas na paisagem. E um campo de oliveiras. Numa viagem pelo norte.

Olá domingo!

26 Jan

p-a domingo

Alongamentos domingo

Domingo: acordar mais tarde sem despertador, a maior parte das vezes. Quando o corpo apetecer. Mas estou tão autodisciplinada que não consigo ir além das nove horas da manhã. E hoje acordei com fome e uma vontade tremenda de me mexer (acontece-me sempre que não tenho um sono reparador). Como não tinha planos de ir ao ginásio, e apetece-me terrivelmente estar sozinha, resolvo a situação ‘montando’ uma pequena sala de exercícios cá em casa. Tenho uns alteres coloridos para estes ‘desejos’, uma corda e um tapete, e alguns livros que ensinam a fazer exercícios de força, alongamentos e ioga. Atrevo-me a fazê-los em casa sem instrutor, esporadicamente. E hoje é um desses dias. Uns exercícios de força, alguns alongamentos e um pequeno-almoço nutritivo e energético com alto teor em fibra restituem-me o ânimo. Decidi-me por esta deliciosa gronola a que juntei leite magro e uma colher de levedura de cerveja (a proteína).

Felicidade autêntica

25 Jan

A Vida floresce

Ao tentar arranjar espaço numa das estantes, o que não impede de já ter uma boa pilha de livros no chão, passei os dedos e os olhos pela Vida que Floresce, de Martin E. P. Seligman. E já de madrugada, fiquei com vontade de partilhar convosco esta passagem, sobre felicidade autêntica. Espero que vos faça sentido:

 “A teoria da Felicidade Autêntica diz que a felicidade pode ser decomposta em três elementos diferentes, que escolhemos pelos seus valores intrínsecos: emoção positiva, envolvimento e significado”. Cada um deles “é melhor definível e mais mensurável do que a felicidade. O primeiro é a emoção positiva, aquilo que sentimos: prazer, arrebatamento, êxtase, calor, conforto (…) À vida inteira passada com sucesso em torno deste elemento, eu chamo a ‘vida agradável’”.

“O segundo elemento, o envolvimento, centra-se no fluxo: ser uno com a música, sentir o tempo parar e perder a noção de si próprio durante uma atividade absorvente. À vida vivida com estes objetivos, eu chamo a ‘vida envolvida’ (…) ”  Seligman explica que o envolvimento é o oposto da emoção positiva. Quando estamos em fluxo não pensamos em nada. “Fundimo-nos com o objeto. A concentração que o fluxo exige esgota todos os recursos cognitivos e emocionais que constituem o pensamento e o sentimento. Não há atalhos para o fluxo. Pelo contrário, temos de utilizar as nossas forças e talentos mais sublimes para irmos de encontro ao mundo em estado de fluxo. Existem atalhos que nos permitem sentir sem esforço a emoção positiva, o que constitui mais uma diferença entre o envolvimento e a emoção positiva.”

Há ainda o terceiro elemento da felicidade, que é o significado. Posso entrar em fluxo a jogar bridge mas, depois de um longo torneio, preocupo-me que possa estar apenas a estrebuchar até morrer. A perseguição do envolvimento e do prazer são muitas vezes empreendimentos solitários e solipsistas. Os seres humanos, inevitavelmente, querem significado e propósito nas suas vidas. A Vida Com Significado consiste na pertença e no serviço a algo que acreditamos ser maior do que o eu, e a Humanidade cria todo o tipo de instituições positivas para permitir que isso aconteça: a religião, a família, as entidades ecológicas…”, entre outros.

Manhã perfeita

24 Jan

Manhã perfeita no ginásio. A excitação de experimentar o novo plano de treino. Gosto de sentir esta impressão dos músculos a adaptarem-se a novas posições. E exigências. Na sala de exercício ou nas aulas mantenho o entusiasmo da primeira vez, todos os dias. E cá fora, a mesma sensação de leveza mental que acompanha a agilidade do meu corpo. Sou muito mais feliz desde que decidi viver assim: Sem vícios (bem, ainda há o chocolate negro), cuidando do meu lado físico e mental, alimentando-me de forma saudável e equilibrada. Com isso comecei a aventura-me na cozinha, ‘criando’ as minhas próprias receitas a partir de outras que vou lendo. Mantenho o gosto pelas misturas mais simples, mas as minhas saladas são uma verdadeira festa! (hoje foi assim ao almoço, quase a horas ‘normais’)

Experimentar novos sabores

24 Jan

pao + beterraba

E agora é a vez de testar o pão de beterraba. A minha primeira vez. Pareceu-me um pouco estranho. Mas se eu gosto tanto de beterraba, porque não experimentar um pão onde ela é protagonista?, pensei. Para além de tudo, já sabia que ia partilhar o acontecimento convosco, e o pãozinho tão colorido e bonito prometia dar uma boa fotografia (este é sempre o meu maior problema!)

Mas admito que estava à espera de mais. Não sei se pelo facto de estar habituada aos meus cremes de beterraba quase puros (adiciono-lhe apenas 1 cebola pequena, uma pitada de sal, e um fio de azeite já depois da mistura estar cozida e reduzida a puré), fiquei na expetativa de um sabor deliciosamente mais intenso a beterraba. No pão, ele perde-se um pouco. De qualquer forma, o próximo passo vai ser experimentar o bolo (de beterraba). Pois, fiquei curiosa!

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