A importância das provas (ou as provas que provam)

11 Jan

resilience

Depois de tudo o que escrevi sobre resiliência (em dezenas de artigos de comportamento, em que contei com a colaboração de especialistas), acabei por criar a minha própria teoria sobre o assunto. E para mim é muito simples: tal como a autoestima, a resiliência precisa de provas. No caso, traduzem-se em pequenas vitórias sobre os obstáculos. Na prática, em encontrar saídas para as situações adversas. Não pode ser só capacidade de resistir a um mundo feio.

De que serve sentir que somos rijos e de fibra, se não existir este tipo de reconhecimento? Como na autoestima não basta gostarmos de nós próprios e acharmos que temos valor – é preciso que os outros nos digam isso, às vezes – a resiliência necessita de cortar metas. Às vezes. Ainda que pequeninas.

Tenho andado às voltas com a minha. A minha resiliência. Comecei ontem ‘a ruminar’ o assunto. Bem cedo. E demorei-me pela madruga. Sim porque eu nunca fico pela superfície das coisas. Tenho a mania de viver tudo intensamente. De rir até não aguentar os músculos todos. De chorar copiosamente quando não aguento mais a dor.

Há vinte e quatro horas que ando às voltas com a minha resiliência. Sentia-a escapar-se pela madrugada. Tive de lutar. Eu e ela. Mas já de manhã, ao acordar, verifiquei que ainda estava lá. Vencemos mais um confronto com o espelho.

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