Parar para ouvir

19 Jul

O Tejo

Às vezes é preciso parar. Parar para não fazer nada, para além de viajar dentro de nós. Parar para ouvir. Talvez se eu fizesse mais estas paragens não tivesse que cumpri-las em modo quase de urgência. Como agora. Mas às vezes tenho medo do que posso encontrar – que vai obrigar-me a tomar decisões, a alterar os planos. Isso não tem que ser necessariamente mau, eu sei. Mas não são as mudanças que me põem o coração pequenino. É o que as obriga, uma boa parte das vezes. Ontem percebi claramente que já não tinha como fugir a este encontro frente ao espelho – a inquietação adensa-se os ombros doem. Preparo-me aqui.

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