É sempre assim no início

21 Jul

alongamentos finais

pesos

Fico exausta nos primeiros dias de um novo treino. Pelo menos nos três primeiros. Doem-me os músculos, só me apetece é beber litros de água e chá, e deitar-me no sofá a tarde inteira. Pena que não possa (deitar-me). Bem vistas as coisas, também não faria sentido! Lá se ia todo o trabalho. Fico-me então pelo primeiro desejo, a beber muitas canecas de chá e alguns copos de água (menos) pela tarde. E por um banho de imersão, relaxante, no princípio da noite. Perto do fim de semana já terei cumprido a minha fase de adaptação (ao TRX e ao lounge, às pranchas e aos tricípites). É duro o meu novo treino? Claro que é duro. Quando tudo corre bem, é suposto que um novo treino seja sempre mais duro do que o último. Até porque eu não queria que não fosse. Gosto de testar os meus limites. De superar-me. Sou feliz no ginásio, como costumo dizer. A atividade física entrou muito tarde na minha vida – depois dos tempos de liceu nunca mais pratiquei, não gostava da ‘maldita’ disciplina e fui uma péssima aluna. Hoje estou no extremo oposto. Por isso quando vacilo noutros campos da vida, quando me interrogo se algum dia vou ser capaz de ultrapassar certas dificuldades, penso nesta extraordinária evolução entre alteres, pesos e bolas. E procuro inspiração

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