Archive | October, 2014

Modo detox

13 Oct

detox

Tem mesmo de ser, depois de um fim de semana de perfeita loucura! Já congelei o bolo de sábado, cortado em fatias, e só volto a tirar uma numa ocasião especial [Desculpem-me os amigos, não há lanchinhos ‘gulosos’ nos próximos dias! mas podem sempre passar por cá, para petiscar um queijo fresco e umas folhas de rúcula selvagem]. Com a despensa e o frigorífico renovados com estes e outros alimentos saudáveis e frescos, estou pronta para uma semana ‘purificadora’. É preciso disciplina!

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Os mimos de domingo

12 Oct

Sim, são mimos de domingo – neste aspeto, eu gosto de seguir a tradição. Este foi confecionado ontem, ficou pronto de madrugada. Sim porque eram 23h55m, rigorosamente, quando eu decidi ir para a cozinha ‘inventar’ um bolo. Com a chuva torrencial que caia sobre esta maravilhosa cidade de Lisboa, apetecia um forno quente a cozinhar algo doce que simultaneamente aquecesse e perfumasse o espaço. E assegurasse um pequeno-almoço de domingo diferente. Um olhar rápido sobre outras receitas, fui tentando a minha sorte, é uma experiência e adorei o resultado. Fiz assim: 200g de açúcar,175g de gordura de soja (Provamel bio), raspa e sumo de uma tangerina de pele esverdeada, 4 ovos, com as claras batidas à parte (usei biológicos), 175 g a 200 g de farinha. Fui misturando e envolvendo até conseguir uma mistura sólida mas muito fofa. No final, juntei à massa uma mão cheia de gojis. Levei ao forno (a 200 º C) em forma forrada com papel vegetal, cujo fundo forrei de rodelas de banana. Ficou pronto em 35 minutos. Perfeito com uma boa caneca de café!

A semana começa ao sábado

11 Oct

Arvores de outono

É incrível a minha tendência para começar quando é suposto terminar! A minha mãe chamava-lhe ‘espírito de contradição’ – dizia que eu tinha-o em excesso. Era “uma loucura”, que a fazia perder a cabeça! Ainda mais porque sabia que eu gostava de tê-la, essa atitude contestatária que se agigantava em contacto com as regras. Mas que nunca foi política nem desejou sê-la, a política é uma chatice, não tem nada de poesia, como podia eu gostar dela? Era uma coisa de alma e de cabeça, um impulso.

Mas durante muito tempo tive que mover-me pelo sentido dos ponteiros do relógio – a semana começa à segunda-feira e termina sexta à tarde, ao sábado preguiça-se, vai-se ao cinema, está-se em família – contudo, com total consciência que havia ali, entre o vidro e a caixa, uma roda dentada com um pequeno ‘defeito’ que fazia com que a ‘coisa’ não encaixasse verdadeiramente no sistema.

No entanto chegava sempre à hora certa, nem um minuto antes nem um minuto depois. E perante esta precisão, quem podia imaginar que havia ali uma falha, ínfima, mas mesmo assim uma falha?

Hoje é um desses dias em que sinto que comecei quando é suposto parar ou continuar, retomando o ginásio depois de duas semanas de paragem. A um sábado!

Foi muito bom voltar a ver a manhã cedinho, hoje coberta de nevoeiro, e prosseguir com uma das atividades que me dá maior prazer. E agora, no dia em que é suposto parar, preparo-me para voltar para a escrita – estive adoentada, atrasei o trabalho.

A vida é cheia de humores, se pensarmos que as dificuldades acabam por orientar-nos para o nosso verdadeiro caminho, ao encontro de nós próprios, do ‘eu’ autêntico que só nós conhecemos.

Não me tenho saído mal desta viagem!

Consolos (pela tarde)

8 Oct

chá de gengibre

Sim, confortos pela tarde timidamente chuvosa. Este chá magnífico de gengibre, quentinho. E em cada hora e meia de computador, uma pausa para fazer alongamentos. E ouvir uma música. Agora esta senhora.

Lunch time

8 Oct

Papas aveia (uvas)

É verdade, não há tempo para mais! Voltar às papas de aveias, sempre com uma pequena inovação possível (desta vez foram umas deliciosas uvas, bem durinhas). O resto é tudo mais ou menos igual (tâmaras, goji e cenoura ralada). Vou tirando uma colherada entre carateres. É um mau hábito, eu sei, mas prometo fazer um jantar a sério e sentar-me à mesa – longe de ecrãs – para comer. Devagar. Concentrada apenas nisso e nesse momento. (A mistura de hoje ficou excelente!) Ou serei apenas eu que estou cheia de fome?

Fim de tarde

6 Oct

Fim de tarde

Enquanto há sol e os dias de outono são mornos. Era assim, hoje, bem à tardinha. Na primeira segunda-feira do mês. Finalmente, voltar a casa. E descansar!

Perfeito para os dias cinzentos

6 Oct

croissant com doce de ameixa

Não resisto a estes pequenos-almoços aconchegantes quando chegam os primeiros dias cinzentos! Porque acordei cedinho e havia algum nevoeiro, e até tinha um croissant comprado ontem ao fim do dia (nem de prepósito, não é?) Em dois minutos tostei-o levemente na torradeira, barrei-o com um pouco de manteiga e depois com o meu doce (homemade) de ameixa (sim, eu não me contento em colocar só doce). Acompanhei com uma boa caneca de café, que é o que ‘vai’ bem com uma primeira refeição assim (carregada de calorias)

Inspiração de fim de semana

5 Oct

Foi assim ontem: sair no Martin Moniz, subir até à Mouraria. Ver o sábado entardecer sobre os telhados, com planos privilegiados sobre a cidade, Lisboa antiga, a genuína. Entre amigos. [Momentos mágicos que funcionam como transfusões]

Paisagem de outono

2 Oct

Paisagem de outono

Como se o outono não tivesse prazo para acabar e a chuva nunca chegasse, os jardins da cidade oferecem-nos momentos para respirar. São instantes de luz roubados à última estação, para lembrar quando os dias teimarem em ficar pequenos e cinzentos, e a saudade da claridade quase doer. Um pouco mais de sol enquanto as árvores se despem, devagar, com a timidez do princípio! E eu continuo a colecionar o calor para os próximos meses.

Outubro ao sol

1 Oct

As dunas

Lindo este primeiro dia de outubro ao sol, que me faz desejar voltar a ver o mar. Ainda que me faltasse a coragem para entrar na água, ainda que o mar não estivesse a jeito de um mergulho. Mas que pudesse ficar por ali, entre dunas, a tecer intimidades com o imenso azul. Deve estar em sossego a praia, neste tempo de princípio de outono! Gostava de lá estar agora! [A fotografia foi tirada em setembro, numa das minhas últimas idas à praia de São João da Caparica. Num dia com neblina]

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