Celebrar julho, quase no fim

27 Jul
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Os jardins da Gulbenkian, entre o sol e a sombra

Segunda-feira. Acordo cedo para a última semana de julho, o corpo descansado e a mente preenchida. Há fins-de semana assim, capazes de nos restituir quase tudo: a força, a coragem, a resiliência, a esperança. Porque temos tempo para parar, analisar a vida, não pensar em nada, fabricar novos sonhos, ter dois dedos de conversa com um amigo, fazer um programa cultural. Foi assim o meu, que terminou há pouco. Longe do mar, absorvida pela leitura de um romance que me transporta a Paris do pós-guerra, rendida às aguarelas de António Cruz, em exposição na Gulbenkian, aos recantos deslumbrantes dos seus jardins e ao movimento da cidade ao sol. São dias que inspiram!

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