Molduras de sábado

4 Jul
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Esplanada na zona do Martim Moniz

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A subir: do Martim Moniz para a Mouraria

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As casas, as brancas e as amarelas, ao sol, num sábado de verão

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O entardecer, no coração da Mouraria

Lisboa continua cheia de gente. Gente de dentro e de fora. Gente que se cruza nas praças, nas paragens dos elétricos e na fila para o tuk tuk. No banco do jardim, nas imensas esplanadas que florescem em cada canto da cidade, nos muros esquecidos de cal.

Sábado de manhã, com Lisboa a acordar cedo. Há gente a subir e a descer as colinas da cidade, a descansar à sombra dos últimos mastros. Lisboa continua cheia de gente, manhã cedinho e pela noite adentro.

Mas, ainda assim, há espaços depurados de quase silêncio. Pela manhã da Mouraria. São pequenas praças, recantos frescos para esticar as pernas, cansadas da subida. Ou para espreitar o céu, que era azul e ainda límpido aquela hora.

Ou simplesmente respirar devagar, escutando o movimento do ar, sentindo o movimento do ar.

Foi assim no sábado que passou: percorrendo – e emoldurando – a Mouraria até à noite. Colhendo planos de luz e de pôr-do-sol, parando momentos de um mundo dentro de outro mundo!

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