Uma oliveira à mão de semear

16 Feb
?

A oliveira da cidade

E Lisboa também é isto. Uma cidade com muitas aldeias dentro, cosmopolita com retalhos de ruralidade. Hortas dentro, nas ‘costas’ de três ou quatro ruas principais, ao sol e à chuva. Passo por ali ao amanhecer ou ainda minutos antes. Fica-me de passagem.

Então, aproveito para ver. As divisórias meio caóticas de ‘propriedade’, as pás, as enxadas, os sachos, os regadores … os favais em flor e em fruto. Gosto de olhar as árvores, sentir-lhes o cheiro, ouvir-lhes a respiração.

Apanho raminhos de oliveira à socapa. Para mim é sempre Páscoa! Gosto de oliveiras. Das suas folhas pequeninas, novinhas em folha, verdes acinzentadas.

Às vezes seco-as e faço chá com elas – assim, simples, ou com a mistura de outras folhas.São bons os chás de folhas de oliveira e com folhas de oliveira! Outras vezes guardo os raminhos em jarras, decoram-me a casa. E a alma! ♥♥♥

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