Tag Archives: autumn

Nada ganha o outono!

22 Nov
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O outono nas árvores

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Os jardins em siliencio

Em matéria de beleza, Continue reading

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Welcoming November

1 Nov
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Primeiro de novembro na minha janela

É o tempo que passa! Continue reading

Enquanto anoitece

27 Oct

la fora a chuva

Enquadro. Foco. Os planos repetem-se para além da minha janela, tanto quanto é possível repetirem-se. Continue reading

Outono na praia

27 Sep

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Domingo na praia das Avencas

E foi assim mais um dia fabuloso de verão, outono dentro. Continue reading

Ainda sobre o outono

21 Nov

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Ainda sobre o outono e folhas coloridas, mas hoje bem juntinhas aconchegadas no passeio. E do jardim que mora três andares abaixo do meu. Ainda sobre o outono, mas hoje cheio de luz, pois há um sol amarelo redondinho no céu que nos aquece do frio dos últimos dias. Perfeita, esta sexta-feira!

Notas de novembro

20 Nov

leaves

Como é possível não gostar do outono, com estas paisagens de folhas caídas cor de sol e de fogo, e de terra? Eu não resisto a esta beleza sublime! De regresso do treino, paro para olhá-la, demoro-me com ela se nenhum compromisso urgente me espera. Hoje chovia, mas foi assim. E ao longo do dia espreito-a da janela.

Dias de chuva

10 Nov

Dias de chuva

Veio assim o outono, a sério! De um dia para o outro. Ficou frio, da noite para a madrugada. Ontem. Hoje chegou a chuva. A sério. E o nevoeiro. E a manhã foi escura. Acordei cedo. O dia voltou a começar cedo. Saio para a rua, volto a entrar em casa com dedos enregelados a pedir luvinhas de lã. Ainda que as minhas deixem as pontas livres para as urgências tecnológicas como atender um telefonema, aceder ao email, são um consolo. Apetece-me o toque da lã nas mãos! Respiro e resisto à inauguração deste aconchego viciante. Mas não  ao da mantinha pelos joelhos, enquanto me sento ao computador – a escrever. Levanto-me de duas em duas horas para descansar e fazer alguns alongamentos – prometi e estou a cumprir, cumpro sempre todas as promessas. Às vezes prolongo um pouco esse intervalo, por mais uns minutos, para olhar a vida para além da minha janela agora decorada com gotinhas muito redondas de água. Hoje, aqui a paisagem é cinzenta, líquida, entre pequenas luzes que se acendem intermitentemente. Ainda há verde nas árvores que vivem a um passo da minha janela, mas muito mais amarelo e castanho.

A noite chega mais cedo

28 Oct

A noite chega mais cedo

Admito que trabalho a maior parte do tempo com as costas viradas para a minha janela (decididamente, não funciona trocar o lugar da mesa com o do sofá). Levanto-me várias vezes para olhar através dela, enquanto beberico um chá, ou depois dos alongamentos, e fico ali a descontrair e a preguiçar. Mas as sombras tocam-me no ombro cada vez mais cedo, um bocadinho mais desde domingo. Escurecem o ecrã do computador, obrigando-me a ligara a luz. Agora é que não tem remédio, é mesmo o outono que aí vem, nas tardes com cheiro a castanhas de S. Martinho (que já está próximo), nas noites que chegam mais cedo. Finalmente, começa a apetecer mantinhas!

Últimas horas de outono

21 Dec

Folhas

Frio, muito frio lá fora. E cá dentro, não fosse a minha mantinha quentinha e o aquecedor que vou ligando e desligando – numa tentativa de poupança provavelmente inútil –, e as chávenas de chá que vou bebendo

E o tempo passa tão depressa! São as últimas horas de outono a galopar ao encontro do natal.

O sol voltou a acariciar Lisboa, mas no ar há qualquer coisa diferente. Será o cheiro do frio ou a imagem das folhas das árvores desbotadas, agora acumuladas nos passeios?

E talvez não seja nada disto. E apenas eu … a tentar respirar!

Atravessar o outono com ânimo

18 Oct

Jardins 1 RECORTADA

Até que o outono tem sido generoso, com dias quentes e luminosos. Mas a cada dia que passa percebemos que já não será por muito mais tempo.

Com passos de bebé, as noites chegam mais cedo. Brevemente, com a mudança da hora, o cenário de luz será ainda mais breve. E com ele, o risco de nos sentirmos nostálgicos. Alguns ‘deprimidos’.

Será mesmo assim? Poderão os dias curtos e cinzentos ter uma influência tão determinante nos nossos ‘estados de alma’?

Se os animais e as plantas apresentam fotoperiodismo, ou seja capacidade de reagir à duração da luminosidade diária a que estão submetidos, como explica a psicóloga Melanie Tavares, porque é que havia de ser diferente com o homem?

Há, de facto, uma relação clara entre luz e humor. “A redução da luz solar pode levar algumas pessoas a apresentar uma redução das funções cognitivas e a ficar deprimidas”, observa.

Há espécies em que a inibição psicomotora é tão expressiva que dá origem à hibernação, diz, sublinhando que “a depressão, por vezes funciona como um ancestral da hibernação”.

E se é verdade que não podemos hibernar, ou migrar, como fazem algumas aves para fugir às estações frias, podemos adaptar os nossos hábitos e comportamento, de forma a prevenir ‘estes estados depressivos’ provocados pela falta de luz.

No essencial, explica Melanie Tavares, “ter mais tempo as luzes de casa acesas, dormir e acordar cedo, alimentarmo-nos bem e praticar desporto”. Mas também “aproveitar para sair de casa e estar ao ar livre, sempre que há sol. E, claro, conviver”.

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