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Ter tempo para ler

31 Jul

Mia Couto, A Confissão da Leoa

Cheguei à última página do livro de Gabriel García Márquez – o Amor nos Tempos de Cólera – já há alguns dias. E, apesar de ter pelo menos duas dezenas de títulos aqui em casa, à espera que finalmente eu decida, ou melhor, que eu tenha tempo para os ler, não resisti e comprei A Confissão da Leoa, de Mia Couto. E nos minutos seguintes colocava-o na pequena mesa ao lado do sofá. Estava tudo dito: ia lê-lo a seguir. Do primeiro direi que é uma obra de exceção, bem ao estilo de Gracía Marquez. Um cântico ao amor, mas também uma reflexão sobre a solidão, a velhice e a esperança. Florentino Ariza nunca desistiu de Fermina Daza. Esperou por ela, pacientemente, através dos anos – muitos – dos meses e dos dias. E ela fica livre para ele e aceita-o, aos setenta e três anos de idade. Cinquenta e três anos, sete meses e onze dias “com todas as suas noites” depois de terem terminado um namoro de juventude. Do segundo, posso dizer que fiquei presa a ele logo nas quatro primeiras páginas. Conheço bem a escrita de Mia Couto, já li muitos livros do escritor moçambicano, mas nos últimos anos não tenho estado a par do seu trabalho. É tempo de me redimir, portanto. Hoje vou na página sessenta.

Vou ficar por aqui

2 Feb

Ler

E agora que a chuva parece dar tréguas, um sol tímido brinca no céu ‘às escondidas’, eu vou ter de ficar em casa. Porque estou adoentada. A sonhar com jardins, exposições e cinema. Ao menos, espero colocar a leitura em dia. Na última semana foi difícil ler cinco páginas seguidas de um livro [Eu estou a ler dois, como sempre!].

Domingo em casa

12 Jan

Domingo

E lá se foram todos os programas que implicam sair do meu cantinho acolhedor, cercada das coisas que eu tanto gosto! Embora não chova. Os dias cinzentos têm o mesmo efeito em mim. Uma vontade de preguiçar no sofá, a ler ou a ver filmes. Entre canecas de chá quentinho e mantas… e, às vezes, chocolates. Depois das festas prometi mantê-los longe de mim. Mas acabei de encontrar, meio escondida, metade de uma tablete. Uma tentação negra – a minha preferida. Será que vou conseguir resistir? Não sei. Quanto ao filme (DVD) que vou ver, acho que já decidi. Mas isso é outra história. Fica para outro post!

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