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“Time Lapse”

22 Oct

Desafio-vos a ir ver esta bonita e interessante Exposição de Neo Pop Art na Casa Museu Medeiros e Almeida. Eu estive lá antes da abertura de “Time Lapse” ao público, fui convidada para a pré-inauguração, e adorei a obra de Rueffa. E o ambiente criado pelo trabalho da artista plástica (que é membro da equipa de produção do atelier Relevo Ideia), iluminando de cores florescentes os corredores da casa senhorial.

Gostei da tridimensionalidade dos quadros, ora arrancada de uma técnica “de escavação” do material usado, ora da sobreposição de camadas de resina. E dos temas, ou se quisermos dos subtítulos de cada um deles.

Rueffa esculpe, desenha, pinta, recicla, cria. Com mestria. E imaginação. Transporta-nos numa viagem pelo tempo. No antes – do nascimento da obra – pesquisa, vai à raiz das coisas, faz ligações, reinventa a Arte que é Pop e Neo, criando a sua própria assinatura nesta corrente estética que é Neo Pop Art.

Traz-nos ícones mundialmente conhecidos, de além-fronteiras, e outros nossos, nascidos aqui através dos tempos, e nas cores e na moldagem do material reinterpreta-os. Mas vão ver, vale a pena interpretar com o próprio olhar e emoção. E sentir essa interatividade. (A exposição é temporária – podem vê-la até dia 7 de novembro, de 2ª a 6ª, das 13h00 às 17h.30 e aos sábados das 10h às 17h – , e a entrada gratuita. E já sabem, está na Casa-Museu Medeiros e Almeida, em Lisboa).

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Celebrar julho, quase no fim

27 Jul
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Os jardins da Gulbenkian, entre o sol e a sombra

Segunda-feira. Acordo cedo para a última semana de julho, o corpo descansado e a mente preenchida. Continue reading

Tarde na Gulbenkian

1 Apr

Expos. fotografia

Exposiçao fotografia

Voltei ontem à Gulbenkian. Desta vez para ver a exposição Modernidades: Fotografia Brasileira (1940-1964), que nos traz o olhar de quatro fotógrafos sobre um país em crescimento, à boleia de uma extraordinária industrialização, imigração e reafirmação de novos meios de comunicação. Continue reading

Tanta coisa para fazer

1 Jan

Tanta coisa para fazer e tanto lugar onde ir, mas na dúvida acabo sempre por escolher a Gulbenkian – música na Gulbenkian, exposições na Gulbenkian… e os jardins da Gulbenkian, num dia de sol (ou não, basta que não chova), a ler um bom livro.

Ou simplesmente a não fazer nada. Apenas a olhar. E a escutar os pássaros. Ou os meus pensamentos.

Houve tempos em que vivi ali próximo e habituei-me a fazer daqueles espaços a ‘minha casa’, já que a minha mesmo era fria e inóspita. Só lá vivi sete meses, e viajei imenso nesse ano, graças aos céus!

Mas quando me livrei daquele ‘inferno’, já a Gulbenkian se tinha agarrado à minha pele. Adoro esta ‘dependência’ que me faz correr para ela sozinha ou acompanhada.

No domingo voltei lá com a minha amiga Vera para ver a exposição “O Brilho das Cidades. A Rota do Azulejo”, uma mostra absolutamente fabulosa que reúne mais de uma centena e meia de peças que testemunham a ligação cultural entre ocidente e o oriente, percorrendo mais de 2500 anos.

Inclui um núcleo de cerâmica Izmick proveniente da Turquia, que integra a coleção do Museu Gulbenkian, e obras de vários países como a Tunísia, Irão, Egipto, Síria, França, Espanha, Itália, Bélgica, Holanda, Alemanha, Grã-Bretanha e Portugal.

Vale a pena passar pela rota dos azulejos, até ao próximo dia 26 de janeiro.

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