Tag Archives: gardens

Passeios de domingo (parte II)

16 Nov

Sim, ainda dos passeios de domingo. Continue reading

Dos meus lugares preferidos

11 Nov
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Os jardins da Gulbenkian

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Reflexos

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Perto do lago

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Um último plano

Não resisto a este lugar, dentro e fora. Continue reading

Bem-vindo setembro

1 Sep

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Nos jardins do Museu do Traje

Nem de prepósito! Recebemos setembro nos jardins Continue reading

Celebrar julho, quase no fim

27 Jul
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Os jardins da Gulbenkian, entre o sol e a sombra

Segunda-feira. Acordo cedo para a última semana de julho, o corpo descansado e a mente preenchida. Continue reading

Continuamos ao sol

10 Mar

jardim ao sol

jardim

manhã no jardim

Aproveito estes dias de sol, logo manhã cedo. Tanto quando possível. Atravessando os parques e os jardins. Continue reading

Chegou novembro

2 Nov

Jardim Gulbenkian

Gulbenkian

À distância de pouco mais de um mês do natal, com o sol empoleirado na janela, sinto-me perdida no tempo. Por um lado adoro esta aragem quente, o toque da roupa de verão sobre a pele – a atmosfera que nos permite passear por jardins até quase ao anoitecer, como ainda ontem aconteceu através da exuberante vegetação da Gulbenkian, depois de ver uma interessante exposição de Caligrafia Japonesa. Por outro apetece-me um pouco de chuva suave, a densidade do nevoeiro a envolver as minhas manhãs cedo. Tenho saudades do cheiro da madeira queimada a sair das chaminés, de embrulhar-me em mantinhas e ficar assim, enroscada no sofá, com mãos de fora a escrever listas de gratidão… e de presentes. Apetece-me a magia do presépio, desembrulhar bolas e estrelas, começar a enfeitar a minha árvore, tecer desejos para um novo ano. Com sol e calor não é Natal, na melhor das hipóteses é Páscoa. O meu Natal é frio, com dias cinzentos ainda que não chova. Tenho medo que perca a magia, se o calor insistir agarra-se aos nossos dias, e entrar por dezembro.

Gosto de jardins!

14 Apr

Jardins da Luz

Gosto de jardins. No outono. E na primavera. No meio de tanto verde, sinto-me relaxar. Sinto-me mais perto da Natureza. Da vida. Nos jardins, e quantos mais bancos vazios houver tanto melhor, consigo pensar com mais clareza. Sobre a minha vida. Sobre o que me rodeia. Sobre os meus sonhos e os meus projetos. Nas minhas vitórias. E nas minha derrotas. Nos desafios. Os jardins são o meu espaço de catarse. Este fim de semana visitei dois – no sábado, o da Gulbenkian; no domingo, este da foto, o da Luz. Não fui para fugir do barulho da cidade e dentro de mim, evadir-me, ‘meditar’ à minha maneira. Mas a sensação foi igualmente libertadora. Sublime! O efeito igualmente reparador!

Um ‘pulo’ à Gulbenkian

12 Apr

Um 'pulo' à Gulbenkiaan

Uma hora apenas para ‘matar’ saudades dos jardins da Gulbenkian. É pouco! Às três da tarde, também não é a melhor hora. Mas, mesmo assim, estavam cheios de gente os jardins entre a Praça de Espanha e o Saldanha. Gente que preguiçava na relva, gente sentada nos bancos, no anfiteatro e no novo café com esplanada. Famílias com filhos e sem eles. Namorados, crianças e velhos. Os mesmos de sempre, e os outros de passagem.

Jardins de inverno

4 Feb

Estava muito frio. Mas não chovia. Não pude sentar-me ou deitar-me na relva, sem pressas. Mas pude sentar-me num dos bancos. Fiquei por ali um pouco. Pelo menos meia hora. Ou talvez um pouco mais. Bem agasalhada (embrulhada num cascol quentinho de malha, e umas velhas luvas também de malha, até ao cotovelo). A ler um livro. E depois a olhar, à minha volta. Com o olhar perdido nas cores do inverno do Jardim da Gulbenkian. Onde é sempre tão bom voltar, em qualquer circunstância. Foi ontem. Estava muito frio. Mas não chovia. E eu estava a precisar daquela paisagem!

Tenho saudades

9 Jan

Acordei assim. Manhã cedinho, mal abri os olhos. Com saudades. Saudades do mar. De olhá-lo à distância e demorar-me no seu azul. Com gestos suaves e sedutores, como fazem os namorados. Tenho saudades do mar. E dos jardins da Gulbenkian. E dos jardins do Museu do Traje. Mas a chuva (e o frio) traz-me sitiada em casa. Não convida a programas ao ar livre. Cumprem-se as rotinas que há a cumprir, e depois não resta mais nada. A não ser a saudade. Eu continuo com saudades. Do mar, dos jardins da Gulbenkian e dos do Traje. Dos seus azuis e verdes. E do ar perfumado de sal, e  a rosas e margaridas. E da luz espreguiçando-se no limoeiro do jardim da casa do Alentejo.

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