Tag Archives: Gulbenkian

Dos meus lugares preferidos

11 Nov
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Os jardins da Gulbenkian

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Reflexos

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Perto do lago

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Um último plano

Não resisto a este lugar, dentro e fora. Continue reading

Tarde na Gulbenkian

1 Apr

Expos. fotografia

Exposiçao fotografia

Voltei ontem à Gulbenkian. Desta vez para ver a exposição Modernidades: Fotografia Brasileira (1940-1964), que nos traz o olhar de quatro fotógrafos sobre um país em crescimento, à boleia de uma extraordinária industrialização, imigração e reafirmação de novos meios de comunicação. Continue reading

Programar os dias

14 May

J Gulbenkian

Desde fevereiro que planeio ir ver duas exposições que estão na Gulbenkian desde essa altura, e acabo sempre por falhar. Porque tenho trabalho durante o fim de semana que absorve todo o meu tempo. Ou porque surge qualquer outro acontecimento que, não tendo a mesma importância, acaba por tornar-se uma prioridade. Mas agora é que não dá mais para adiar, pois os trabalhos de João Tabarra e Nadia Kaabi-Linke só vão ficar na CAM até ao dia 18 de maio, próximo domingo. Já me vejo a caminho. Finalmente!?

Um ‘pulo’ à Gulbenkian

12 Apr

Um 'pulo' à Gulbenkiaan

Uma hora apenas para ‘matar’ saudades dos jardins da Gulbenkian. É pouco! Às três da tarde, também não é a melhor hora. Mas, mesmo assim, estavam cheios de gente os jardins entre a Praça de Espanha e o Saldanha. Gente que preguiçava na relva, gente sentada nos bancos, no anfiteatro e no novo café com esplanada. Famílias com filhos e sem eles. Namorados, crianças e velhos. Os mesmos de sempre, e os outros de passagem.

Jardins de inverno

4 Feb

Estava muito frio. Mas não chovia. Não pude sentar-me ou deitar-me na relva, sem pressas. Mas pude sentar-me num dos bancos. Fiquei por ali um pouco. Pelo menos meia hora. Ou talvez um pouco mais. Bem agasalhada (embrulhada num cascol quentinho de malha, e umas velhas luvas também de malha, até ao cotovelo). A ler um livro. E depois a olhar, à minha volta. Com o olhar perdido nas cores do inverno do Jardim da Gulbenkian. Onde é sempre tão bom voltar, em qualquer circunstância. Foi ontem. Estava muito frio. Mas não chovia. E eu estava a precisar daquela paisagem!

Tanta coisa para fazer

1 Jan

Tanta coisa para fazer e tanto lugar onde ir, mas na dúvida acabo sempre por escolher a Gulbenkian – música na Gulbenkian, exposições na Gulbenkian… e os jardins da Gulbenkian, num dia de sol (ou não, basta que não chova), a ler um bom livro.

Ou simplesmente a não fazer nada. Apenas a olhar. E a escutar os pássaros. Ou os meus pensamentos.

Houve tempos em que vivi ali próximo e habituei-me a fazer daqueles espaços a ‘minha casa’, já que a minha mesmo era fria e inóspita. Só lá vivi sete meses, e viajei imenso nesse ano, graças aos céus!

Mas quando me livrei daquele ‘inferno’, já a Gulbenkian se tinha agarrado à minha pele. Adoro esta ‘dependência’ que me faz correr para ela sozinha ou acompanhada.

No domingo voltei lá com a minha amiga Vera para ver a exposição “O Brilho das Cidades. A Rota do Azulejo”, uma mostra absolutamente fabulosa que reúne mais de uma centena e meia de peças que testemunham a ligação cultural entre ocidente e o oriente, percorrendo mais de 2500 anos.

Inclui um núcleo de cerâmica Izmick proveniente da Turquia, que integra a coleção do Museu Gulbenkian, e obras de vários países como a Tunísia, Irão, Egipto, Síria, França, Espanha, Itália, Bélgica, Holanda, Alemanha, Grã-Bretanha e Portugal.

Vale a pena passar pela rota dos azulejos, até ao próximo dia 26 de janeiro.

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