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Só pode correr bem

31 Dec

florescer

É com este espírito que encaro cada novo ano, nos últimos que tenho vivido. Com otimismo e esperança que aconteça o melhor nos dias que estão para vir. Em tempos de incerteza e insegurança, a única coisa inteligente a fazer é manter esta chama e a força, a capacidade de luta. Parece-me. O resto é coragem, resiliência e paciência. Uma dose de sorte, ainda que pequena, também dá sempre jeito. Enquanto espero ser abençoada pela minha fada boa vou fazendo a minha parte. Só pode correr bem. Enquanto espero sou feliz. Porque a felicidade é feita em casa! Feliz 2015 (Happy New Year!)

Bom dia segunda-feira!

3 Mar

morangos

Começo a semana assim. Com muita energia e uma taça de morangos vermelhos. Lindos e tentadores. De manhã cedinho… Feliz. Decidida. Sair para o ginásio. E depois voltar para casa. Avançar um pouco mais com a escrita, reunir mais informação. E quando começo a organizar-me, ter de sair de novo. Para um curso, no outro lado da cidade. Aproveito este tempo para aprender coisas novas. E otimizar os conhecimentos adquiridos. Limar arestas, é um trabalho que nunca acaba. Sair da zona de conforto, desafiar-me. Tudo seria mais fácil se eu não fosse tão exigente! Mas ando a esforçar-me para ser paciente comigo. Ando muito concentrada nesta espécie de mantra. Ao longo do dia repito vezes sem conta – às vezes em voz alta, quando sei que ninguém me ouve – que este é o meu tempo de experiências. De experimentar coisas novas. E, por isso, de errar. E voltar a fazer, a tentar, se estiver realmente interessada. E, no limite, quem sabe descobrir uma nova paixão que complemente a escrita. Ou não. Continuo expetante! E otimista. E grata por esta oportunidade.

Aumente o seu bem-estar

28 Aug

grafit recortada

Está tudo interligado, na perspetiva da Psicologia Positiva. A positividade com maiores níveis de bem-estar, e estes com a serenidade, a esperança e o otimismo relativamente ao futuro.

Dito de outra forma, quando experimentamos bons níveis de bem-estar sentimo-nos mais tranquilos e mantemo-nos confiantes face ao tempo que está para vir.

Pelo menos é o que garante a psicóloga e terapeuta familiar Catarina Rivero, explicando que é possível isso acontecer “mesmo que não estejamos sempre a viver emoções positivas”.

Trabalhar ao nível do nosso bem-estar aumentando-o deve ser, por isso, uma prioridade. O caminho. A psicóloga diz que é uma tarefa que envolve cinco níveis, e que “quando eles se encontram em harmonia a positividade acontece” mais facilmente.

A pessoa fica com “maior capacidade de relacionar-se com os outros e mais otimista na sua vida individual e coletiva”. O que fazer, então, na prática?

• Cultive emoções positivas: (alegria, amor, prazer, otimismo, sentido de humor) numa proporção de três emoções positivas para cada emoção negativa. “Quando experimentamos mais emoções positivas, estamos mais aptos e encontrar soluções para os problemas. Ficamos mais criativos”.

• Envolva-se: quanto mais envolvidos nas tarefas e rotinas estamos menos tempo ficamos a ‘ruminar’. Sentimos que somos úteis e desenvolvemos a nossa criatividade.

• Encontre sentido para a vida: as pessoas que sentem que pertencem a algo maior que a sua existência, que têm um propósito, tem maiores níveis de bem-estar (ele é encontrado de formas diversas, como através do ativismo social e/ou político, participação cívica, apoio a familiares, religião).

• Realize-se: definir objetivos próprios, tangíveis, e alcançá-los é algo muito referido por pessoas com maiores níveis de bem-estar. Portanto, faça como elas, comece a criar os seus.

• Crie e mantenha relações positivas: manter relações gratificantes contribui fortemente para o bem-estar, cultivando a capacidade de dar, estar, perdoar e agradecer.

Pensar positivo ou viver positivamente?

12 Aug

Gulbenkien recortada

Gosto da palavra positivo(a). Associo-a a esperança e a força. Mas sempre que ela me surge no contexto do ‘pensamento positivo’ como algo que deve prevalecer perante as adversidades da vida, e mais nada, atrevo-me a dizer que desconfio.

Afinal, o que há de verdade nesta teoria que nos apresenta o ‘pensar positivo’ como remédio para todos os males?

A psicóloga Catarina Rivero diz que a Psicologia Positiva “tem vindo a demarcar-se da lógica do pensamento positivo associado a uma filosofia que vê só o que é bom e nega o lado negativo”, colocando a ênfase no que considera um “estado de positividade. Que, mais do que pensar positivo, se associa a um elevado nível de bem-estar experimentado pelos indivíduos”.

O que, acrescenta, está diretamente relacionado com o experienciar emoções positivas e fluir (capacidade da pessoa se envolver nas atividades que tem entre mãos), realizar objetivos e criar e manter relações positivas, e ter um sentido para a vida (sentir que a vida tem um significado).

Mas também com o saber gerir as emoções negativas, lidando e crescendo com a adversidade. Sem deixar de cultivar a esperança e o otimismo.

As pessoas com maiores níveis de bem-estar subjetivo têm este perfil. E de acordo com os estudos, “ganhos nas suas relações sociais, são mais flexíveis, mais resilientes (com maior capacidade de lidar e crescer com a adversidade), são mais cooperantes e generosas e tendem a cuidar mais da sua saúde”.

E os outros consideram-nas ‘positivas’ ou afáveis, observa ainda Catarina Rivero, concluindo que “quando temos maiores níveis de bem-estar, mesmo que nem sempre a viver emoções positivas, há uma maior serenidade, esperança e otimismo face ao futuro”.

“O sentido da vida é viver”

26 Jul

O que sabem 1 recortada

Escolhi para título deste post a resposta que uma mulher dá a Dan Baker, (autor deste livro, com Cameron Stauth), durante a sua última sessão de terapia, porque penso que esta é a grande mensagem.

Em O que sabem as pessoas felizes (estrelapolar), Dan Baker diz também que nunca esquecerá essa frase – “o sentido da vida é viver” –, nem o que Emily disse depois:

“Penso que até sei o segredo da felicidade. É este: cada momento que acontece, ou venha a acontecer, acaba no momento em que começou. Por isso, a vida é perda. E o segredo da felicidade é saber amar o momento atual em lugar de chorar aquele que já se perdeu.”

 Neste livro fala-se de felicidade e do que sabem as pessoas felizes (com uma escrita absolutamente deliciosa e direta), e por isso de otimismo, coragem, amor e satisfação como qualidades intrínsecas a esta atitude ou forma de vida que está para além das nossa situação (estejamos numa subida ou descida da montanha russa que é a vida de cada um de nós).

As histórias que Baker nos traz são reais, passam-se na sua clínica – e até com ele próprio – e podem servir-nos de inspiração. Eu já me senti inspirada por elas, e também por isso gosto de reler este livro (de 2003) em momentos particulares da minha vida, que exigem de mim mais coragem e muito otimismo.

Espero que possa inspirar-vos também a vocês!

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