Tag Archives: paisagem

Nuvens, nevoeiro e sol a sul

17 Oct

 

nevoeiro-com-capela-ao-fundo

ceu-com-nuvens

Outubro suave a sul. Manhãs frias, tardes mornas, noites frias. Continue reading

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Mais mar, mais pôr-do-sol

18 Jul
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Bafureira na maré vazia

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Entardecer no mar

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Pôr-do sol, no mar e na terra

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Planos de pôr-do-sol

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Paisagem com lua

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Maindfulness

Sábado a escaldar: voltámos à praia com vontade de sol e sal sobre a pele, Continue reading

A serra e o mar

13 Jul
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No caminho de Sintra para o Guincho, quase a chegar ao destino

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Paisagem com nevoeiro

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O mar, a serra e o céu

É um caminho fantástico o que liga Sintra ao Guincho! De paisagens exuberantes. Continue reading

De ontem perto do rio

13 Sep
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A passagem do cruzeiro

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Vista sobre a outra margem

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Da ponte e do Padrão das Descobertas

Últimas horas de verão. Um sol cheio e luminoso aqueceu sábado a dentro até ao entardecer. Continue reading

Tempo de luxo [gorgeous days!]

6 Jan

dias de sol

Já confessei aqui várias vezes que não simpatizo com este mês de inverno, normalmente chuvoso e sombrio. Mas assim, com estes maravilhosos dias de sol, admiravelmente mornos, até eu gosto de janeiro! Tenho aproveitado todos os minutos de luz com imenso prazer! A fazer caminhadas. A captar a claridade. A respirar. São dias que inspiram!

Um pouco de campo na cidade

4 Jan

Ensaios

Ainda dos passeios ao sol, nestes magníficos primeiros dias de janeiro recolho alguns planos da cidade. Para além dos prédios altos. Do barulho. Da pressa. Atravesso os lugares que lembram o campo. Paisagens campestres emprestadas, retalhadas no tecido cosmopolita. São lugares de silêncio, que se oferecem a explorar com os sentidos. À análise. Ou a respirar apenas. Sentindo. Sentindo tudo. Sentindo completamente.

O passeio da manhã (no segundo dia do ano)

2 Jan

passeio da manhã

manha com ceu azul

O sol desafia-me, apesar do frio que adivinho lá fora. Vou para a rua. Um passeio depois de um café. Andar e respirar, olhar e sentir. Tentar não pensar, guiada pelos sentidos. Apenas. Olhar as cores do inverno suavemente deitadas na paisagem, sentir o cheiro da relva e a textura das folhas que vão caindo das árvores Ouvir o murmurinho de um pássaro que se perdeu. Não quero pensar agora, enquanto me passeio pela cidade, aproveitando a luz e um céu azul. Talvez daqui a pouco no regresso a casa tenha de o fazer com determinação. E nota de roda pé a lembrar-me o essencial!

Céu azul com nuvens brancas

6 Dec

campo na cidade

Comecei o dia ‘perdida’ neste cenário quase campestre na cidade, sob um céu azul com nuvens brancas e árvores que começam a despir-se devagar. Andar ajuda-me a refletir, a por os pensamentos em ordem, a decidir quando é preciso. Às vezes funciona. São uma espécie de catarse estes passeios matinais com vista sobre a paisagem verde, que lembra o campo e me empresta, por minutos, um pouco da sua tranquilidade. Às vezes consigo esquecer que à esquerda (do sentido em que estou a andar, não gosto de fazer o caminho inverso) vivem os prédios altos. Consigo isolá-los e seguir em frente, explorando os muros e os telhados das casas baixinhas, com portas e janelas coladas à estrada. São aldeias dentro de Lisboa. Gosto do lugar onde vivo, da orientação das minhas janelas num quarto andar de um prédio alto, que me permite a proximidade com estes ‘mundos’. Logo ali, uns passos à frente.

Notas de novembro

20 Nov

leaves

Como é possível não gostar do outono, com estas paisagens de folhas caídas cor de sol e de fogo, e de terra? Eu não resisto a esta beleza sublime! De regresso do treino, paro para olhá-la, demoro-me com ela se nenhum compromisso urgente me espera. Hoje chovia, mas foi assim. E ao longo do dia espreito-a da janela.

O frio das manhãs

18 Nov

Manhãs frias

Sair de casa manhã cedo. Começar o dia no ginásio. E no caminho sentir o frio das manhãs cinzentas, atravessar o jardim demorando-me entre paisagens. É verdade que não há sol, mas só facto de não chover já me deixa animada. Não porque eu não goste da chuva porque gosto, mas de uma maneira especial. Ela lá fora, eu com o nariz colado no vidro da janela da minha sala, quase pendurada nos braços da árvore. Ou a escutá-la lá fora, e eu cá dentro enroscada numa mantinha, a bebericar chá de gengibre e a ler Kundera ou Márai, Roth ou Durrel. Também gosto de manhãs cinzentas e frias que nos fazem sentir o corpo, dos pés à cabeça, e nos pintam a ponta do nariz de vermelho. Às vezes!

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