Tag Archives: rain

Fomos ao mercado

18 Oct

Depois de alguma hesitação, acabamos por ir até Belém ao mercado do CCB. Continue reading

Advertisements

Maio com chuva. E eu a sonhar com o sol

4 May

Jardins e o sol

Terceiro dia de chuva e vento e mais frio… e de gripe. E eu que pus tanta esperança em maio! Três dias de recolhimento, a começar logo depois do treino de sábado. Continue reading

E, entretanto, voltou a chuva

6 Apr

arvore na chuva

E foi-se o sol. Por momentos ainda espreita pelas nuvens, aqui no meu céu, mas o cinzento invade o azul e volta a cobri-lo. O sol. Desaparece. Chove. Continue reading

De novo a chuva!

17 Mar

Outra vez a chuva

É claro que eu sabia que os dias mornos de sol não tinham vindo para ficar, mas depois dos que tivemos por estas terras lusas – e que aproveitei intensamente passeando por jardins, caminhando à beira do rio e fazendo do último domingo um maravilhoso dia de praia –, não me apetecia voltar a ver o céu cinzento e a chuva.  E menos ainda voltar ‘à roupa de inverno’, que é o mesmo que dizer à gabardina e ao chapéu de chuva. “Que chatice!”, não consegui evitar, quando manhã cedo saí para o ginásio e vi que não tinha outra alternativa. Continue reading

Os primeiros sinais de primavera

23 Feb

Quase primavera

Eu sei que a semana começou assim, com chuva miudinha e irritante. Fui surpreendia por ela ainda há pouco, na rua! Vejo-a agora em gotas muito esticadas à minha janela. Mas há qualquer coisa no ar que anuncia um outro tempo. Mais morno, cheio de vida. Hoje tenho menos frio, quase não tenho frio. Continue reading

Hoje não resisti!

30 Jan

torradas

Este frio desespera-me! Esta chuva põe-me de mal humor! E, então, não há volta a dar…Vingo-me na comida! Preciso de coisinhas quentinhas, capazes de me aquecer de dentro para fora, alimentos que me confortem e deem prazer. Continue reading

Dias de chuva

10 Nov

Dias de chuva

Veio assim o outono, a sério! De um dia para o outro. Ficou frio, da noite para a madrugada. Ontem. Hoje chegou a chuva. A sério. E o nevoeiro. E a manhã foi escura. Acordei cedo. O dia voltou a começar cedo. Saio para a rua, volto a entrar em casa com dedos enregelados a pedir luvinhas de lã. Ainda que as minhas deixem as pontas livres para as urgências tecnológicas como atender um telefonema, aceder ao email, são um consolo. Apetece-me o toque da lã nas mãos! Respiro e resisto à inauguração deste aconchego viciante. Mas não  ao da mantinha pelos joelhos, enquanto me sento ao computador – a escrever. Levanto-me de duas em duas horas para descansar e fazer alguns alongamentos – prometi e estou a cumprir, cumpro sempre todas as promessas. Às vezes prolongo um pouco esse intervalo, por mais uns minutos, para olhar a vida para além da minha janela agora decorada com gotinhas muito redondas de água. Hoje, aqui a paisagem é cinzenta, líquida, entre pequenas luzes que se acendem intermitentemente. Ainda há verde nas árvores que vivem a um passo da minha janela, mas muito mais amarelo e castanho.

Tantas estações numa só

27 Sep

jardim e as flores

Ah, estes últimos dias de setembro estão a ser uma aventura. [E ao mesmo tempo dou-me conta de como passou depressa mais este mês! ] Sai de casa de manhã, numa manhã cinzenta com brisa fresca, e dei por mim a pensar no Natal. Fiquei com tanta vontade de ir buscar a caixa com as figuras do presépio, as bolas e as luzinhas, e de começar a montar este ritual de aconchego. Mas voltei para casa a passo apressado, a controlar este impulso infantil. Tanta coisa para fazer, até as compras, mas a despensa ‘grita’ que não posso adiar mais. Quando sai novamente de casa já se ouviam os trovões, a chuva desabou enquanto eu desfalcava a conta bancária [não, não vou falar de crise, esse assunto já esgotei ontem num artigo]. E depois veio o sol, novamente quente. Nos jardins, os pequenos arbustos secaram completamente, e as flores ficaram viçosas novamente. E eu penso que afinal não é assim tão mau num tão curto espaço de tempo ter duas ou três estações. É como se tivesse viajado para o outro lado da Terra.

Último dia de verão

22 Sep

Ultimo dia de verão (com chuva)

Foi assim pela tarde. Janela meio aberta, com os sentidos voltados para uma nova paisagem. Primeiro o burburinho da chuva, suave, depois os passos da trovoada a aproximarem-se mais e mais. Olhos no céu que os relâmpagos enfeitam como quem decora um pinheiro de Natal, já sinto saudades do mar ao sol. E à minha volta há um cheiro de árvores molhadas. É tempo de recolhimento!

A correr num dia de chuva (assim, assim)

6 Sep

Não gosto destes dias: chove e depois faz sol, e depois chove e depois faz sol, e depois um calor húmido agarra-se à minha pele. Não gosto! Eu gosto de coisas autênticas e intensas, que chova então, como ainda há pouco, quando larguei tudo para pegar o telemóvel e fazer esta fotografia. Ou regresse o sol amarelo redondo que nos aquece os dias.

Não gosto destes dias de chuva, assim, assim. E para piorar a situação, andei a correr todo o dia, de um lado para o outro. Fiz uma aula de Autentico Pilates – e porque não ia há um mês, doeu muito! Mas, logo a seguir lá estava eu no Colombo – dia de compras no Celeiro! E depois corri para outro lado, para outras compras. E finalmente em casa, ainda há pouco na hora da chuva, hora da purificação. Com gotas de águas agarradas ao vidro da minha janela.

Agora vou para a cozinha. Se conseguir avançar com o meu ‘projeto’ ainda dou notícias.

%d bloggers like this: