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Já só penso na primavera!

7 Jan
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E vai assim janeiro, cheio de luz

Primeiro mês do ano. Janeiro com sol. Sábado luminoso. Tão luminoso que esqueço o frio, Continue reading

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Fomos ao mercado

18 Oct

Depois de alguma hesitação, acabamos por ir até Belém ao mercado do CCB. Continue reading

Dia de panquecas

22 Mar

Panquecas

E foi assim, esta manhã, porque é domingo: panquecas simples quentinhas (1 ovo, 1 chávena de farinha, 1 chávena e meia de leite magro), recheadas com mel de rosmaninho e canela. Acompanhei com uma enorme caneca de café preto. Tudo sem pressas, porque o dia é de preguiça.

Começar o dia

16 Mar

Começo o dia com um pequeno-almoço colorido. Com cheiro a canela. Flocos de aveia integral, frutos do bosque, frutos secos e uma boa porção de gojis (que cozi com o leite e os flocos. O resto dos ingredientes junto quando a base está morna, inclusive ‘montes’ de canela!). E uma generosa caneca de chá de menta, com duas bolachas maria torradas (adoro bolachas maria torrada e invento muitas sobremesas com elas) Antes bebi o clássico copo de água com limão. Ainda pensei em fazer panquecas, mas decidi deixá-las para o lanche. Se me apetecer comer, faço.

E, entretanto, vou preparando outro chá para bebericar ao longo do dia. Decido-me por uma nova versão de chá de gengibre e limão, que funciona como detox (Fervo a água e junto um pacote de chá verde. Deixo arrefecer e misturo rodelas de limão e de gengibre, um pau de canela e hortelã. Como gosto de sentir a acidez, altero a receita adicionando-lhe sumo de meio limão). Decido guardá-lo no frigorífico, para bebê-lo frio ao longo do dia. A proximidade da primavera já faz apetecer.

Uso o Gel duche Philip B Chai Latte (Soul & Body) pela primeira vez. E fico maravilhada com esta mistura absolutamente mágica de especiarias indianas. O toque supera o aroma, profunda e estimulante.

Começo o dia ‘pondo ordem’ na casa. Arrumo gavetas em desmazelo. E prateleiras. Sopro o pó dos livros (de)alinhados no chão. E não me atrevo a contar os que ainda não li. Mas sei que são muitos. Também sei que não tenho tido muito tempo para ler. E gostaria muito de ter. Começo o dia com o desejo de vir a ter tempo para fazer tudo. E conseguir ‘por ordem’ nos meus sonhos.

Começo o dia com borboletas no estomago, pois sei que ao fim da tarde espera-me um novo desafio. E eu gosto de desafios. E tenho medo deles. E eu estou inquieta por isso. E maravilhada por isso. Começo o dia sentindo-me forte e frágil. Com coragem. E receios…. Mas muita esperança de, ao fim do dia, ter crescido um pouco mais.

Com o sol pelos joelhos

28 Oct

Domingo ao sol 1  R jpg

O bonito dia de domingo apanhou-me desprevenida! Mas depois de uma semana tão cinzenta e chuvosa, quem podia imaginar o regresso de um enorme sol redondo que convida a programas ao ar livre?

Eu não, que tenho sentido o cheiro húmido de novembro a aproximar-se. Por isso, quando abri a janela e aquela maravilhosa bola amarela entrou pelo meu quarto adentro fiquei em êxatase.

Mas logo conclui que era tarde para mudar os meus planos. Até mesmo porque não podia. Apesar de ter passado a semana a desdobrar-me em várias tarefas, tinha mesmo de trabalhar sábado e domingo.

Dividida entre o ginásio, onde começo as minhas manhãs, ‘alimentar’ o blog e assistir a três horas semanais de um curso de três meses que estou a fazer, às vezes tenho a sensação que um dia inteiro e algumas horas da noite não chegam.

H E R

Mas com disciplina (aprendi a importância da método com uma mulher que teria dado um bom militar, a minha mãe) e algumas horas extras pela noite, vou conseguindo responder a tudo.  E até mesmo dedicar uma hora do dia à leitura de um livro.

Mas esta última semana foi atípica. As ‘coisas’ não correram com a fluidez do costume e  tive de arranjar soluções à última hora, o que atrasou todo o processo de criação. Portanto, havia que pensar e planear os próximos posts, investigar e começar a  escrever alguns textos.

Sentido prático e otimismo é o que não me falta nos últimos tempos, por isso  convenço-me imediatamente que outros dias maravilhosos de sol virão e,  sem olhar para tràs, preparo-me para começar a trabalhar.

Sento-me com o sol pelos joelhos, quase colada à janela com vista para a copa das árvores do pequeno jardim. E uma grande caneca de chá à mão, uma mistura de chá verde e folhas de menta que trouxe há um ano de Marrocos, e que vou bebericando pela tarde.

JS R

Depois de uma rápida consulta dos jornais online, começo a escrever as minhas notas e os meus textos. E ao princípio da noite – com a mudança dos relógios para a hora de inverno anoiteceu mais cedo -, o essencial está feito.

De um lado o Homem na Escuridão, de Paul Auster. Do outro um pequeno livro de bolso da Penguin, a parábola de John Steinbeck, The Pearl, ainda no princípio.  Os dois ali à mão, à minha espera.

Leio um. E depois o outro. Normalmente leio dois livros aos mesmo tempo. Gosto da escrita de ambos, mestres na descrição de ambientes e personagens. O de Steinbeck exige-me mais concentração, uma vez que está escrito na língua do autor. Mas dá-me igual prazer.

Chego a meio da página 5 presa a uma frase “it was a morning like other mornings and yet perfect among mornings”. E inspirada por ela, ouço-me dizer:  foi um domingo diferente de outros domingos, mas mesmo assim perfeito! 

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