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Relaxar

26 Oct

2018-10-26 17.50.35Não vejo a hora da hora do aconchego! Fim de tarde, lusco-fusco. Um livro para ler, um copo de vinho (tinto, Bio, produto local) para bebericar. A entrar no fim de semana – e na noite – devagar. Docemente. Engano o desejo de outra coisa. Enquanto chove lá fora, enquanto para de chover lá fora. E a humidade se agarra às paredes brancas. Com barras às vezes amarelas, outras azuis.♠

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A caminho do fim de semana

24 Feb
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A primavera nas árvores

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Céu com muitas cores

Sexta-feira do meu contentamento! Continue reading

Um dia novinho à minha espera

12 Feb
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A meio da tarde, o sol tentou romper o escudo de nuvens. Não conseguiu

Mais um dia, dos dias que terminam sem novidade. Continue reading

Fins de tarde doces

12 Sep
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Bolachas de mel e gengibre

Sabe-me bem este Setembro soalheiro com tardes frescas, depois do calor insuportável de agosto longe do mar! Continue reading

A preparar o fim de semana

6 Jun

chocolate cake +lemon curd

chocolate cake and lemon curd

E depois ainda foi assim, ontem à noite. Fiz mais um doce, desta vez de limão (lemon curd) e um bolo de chocolate – dos que ficam húmidos por dentro. O doce de limão está perfeito, com um toque de acidez como eu gosto (para o efeito sou generosa na porção de sumo de limão que uso). O bolo ainda não testei, mas a contar pelo aspeto promete.

A receita do lemon curd é a mesa de sempre – 100 gr de açúcar, um ovo inteiro, sumo e raspa de um limão (eu uso um bem sumarento ou um limão e meio, porque adoro o toque de acidez.) Levo esta mistura ao lume mexendo sempre, junto-lhe 50 gr de manteiga sem sal e deixo ferver. Nesta altura, reduzo o lume e deixo mais 3 a 4 minutos.

A receita de bolo de chocolate é muito simples, não sei a sua origem, estava lá por casa (de família) e com mais ou menos colher de açúcar, toda a gente a conhece, toda a gente a faz. De qualquer forma, aqui vai: 200 gr de chocolate preto, 200 gr de manteiga sem sal, 6 ovos (as claras são batidas em castelo), 100 gr de açúcar e 75gr de farinha. Vai a forno (pré-aquecido a 200 º) a cozer. Eu deixo durante 30 minutos, mas sugiro que vigiem pois o tempo de cozedura vai depender  dacapacidade de cada forno.

O canto da serra

20 Nov

Hotel Rural

Uma viagem adiada. Mas desejada. Acabou por acontecer no último fim de semana, quando havia notícia que a neve, finalmente, caia sobre a serra [da Estrela]. E eu ali tão perto. Via-a, apenas uma nesga, a partir do Fundão onde o frio se fazia sentir cortante. E ao mesmo tempo revigorizante.

O frio tem este poder de ligar-nos à vida. De acionar-nos o músculo mais preguiçoso.

Hotel Rural

Cheguei noite serrada ao destino, depois de umas aventuras pelo caminho: o Hotel Rural Madre de Água em Vinhó, Gouveia.Há um ano tinha estado lá, para a inauguração deste quatro estrelas de excelência. Mas foram só algumas horas, e estava tudo no princípio.

Neste fim de semana de novembro, o primeiro de frio (e de neve) estava lá. Entre serras – da Estrela e do Caramulo –, sedenta de Natureza, de oxigénio, de uma boa lareira, de uma boa cozinha e de um bom Dão (vinho).

Hotel Rural

E encontrei tudo isso aqui, no Madre de Água. Entre vinhas. No silêncio do campo. Na paisagem campestre e relaxante.

Na noite que cheguei assisti à ordenha, uma das atividades rurais sugeridas pelo hotel. Mas não mungi a ovelha, apesar do convite ser viver precisamente essa experiência

Hotel Rural               Hotel Rural

Delicio-me com um fabuloso prato de bacalhau ao jantar, acompanhado de um vinho branco e depois um tinto, ambos produzidos na quinta.

E duas horas depois na sala, à volta da acolhedora lareira, não leio uma única página do livro que levei comigo, como tinha previsto. Um chá e conversas ‘campestres’ embalam a noite intensa e quieta do campo, com cheiro a ervas aromáticas. É tão fácil esquecer a vida lá fora, num  lugar assim!

Hotel Rural               Madre D Agua sala R

Não preciso levantar-me muito cedo, mas fica combinado descobrir a quinta pela manhã numa visita guiada – uma das atividades do Madre de Água Hotel Rural, que também tem percursos a pé, de bicicleta ou de jipe (a rota dos pastores e a rota da Serra da Estrela).

Hotel Rural

À luz do dia, de um novembro mesmo assim suave (ainda houve sol de manhã, depois vieram as nuvens), delicio-me com o pão, o queijo e os doces produzidos na quinta – é um pequeno-almoço com vista sobre cenários bucólicos. E depois parto à descoberta da quinta, para além das vinhas (de várias castas).

Hotel Rural

Árvores de fruto, a horta biológica, as roseiras em cada fileira de vinha e as ovelhas que pastam ali perto. Há cães de raça Serra da Estrela e cavalos Lusitanos. Tudo ligado, encadeado.

Natureza e mais Natureza. Tanto verde. E vermelho fogo, a cor do outono. E terra a perder de vista. Já merecia um fim de semana assim: perfeito. Quero voltar!

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