Tag Archives: writing

3 Momentos do dia

17 Mar

Uma manhã novinha à minha espera

Primeira paragem: ginásio

Sexta-feira, dia 17 de março: a caminho do fim da semana, a caminho da segunda quinzena do mês. Continue reading

A melhor companhia para escrever

12 Aug

A hora do chá

A preparar o chá

Também gosto dele frio. Mas quente dá outro consolo, sobretudo nestes dias de agosto tão incerto. O chá de gengibre calma-me e ajuda-me a pensar, por isso faço dele a minha companhia segura nos dias em que sei que vou ficar muitas horas em frente ao computador e em que me é exigida a máxima concentração. Sim, é verdade, também gosto de bebericá-lo em frente à televisão, a ver um bom filme pela tarde ou pela noite dentro. Conclusão: gosto de chá de gengibre a qualquer hora. E adoro prepara-lo espremendo o limão, ralando o gengibre, adicionando a canela em pó e o mel, as folhas frescas de menta… devagar, cumprindo um ritual.

À volta das palavras

9 Mar

a correr

Os dias não chegam para tudo o que preciso fazer. E gostaria. Tento cumprir obrigações. E vou cumprindo uma a uma. A tempo. À hora combinada. Com mais ou menos brilho, porque o brilho anda à medida da paixão. Ela muda o ritmo das coisas. E a cor. E o sabor. Quando escrevo a tela é outra, ganha vida à minha frente. Quando escrevo viajo pela realidade. Outras vezes pela fantasia. Pelos sonhos, viajando dentro de mim. Outras ainda por recordações que me fazem ‘festinhas’ no rosto e na alma. Salto da objetividade para a criatividade da escrita, e agora que descobri este jogo ando fascinada. Descobri o meu equilíbrio. E o equilíbrio das palavras. Eu e as palavras temos um caso de amor. Provavelmente para sempre. Eu quero que seja eterno. Prendo-me nelas como criança que se prende à boneca-melhor amiga. Brinco com elas às escondidas, ao jogo do aparece e desaparece. Mas nunca fico muito longe delas. Refugio-me nelas quando tenho medo e estou triste. Quando estou feliz e otimista. Fico sem elas quando me sinto tímida e fico com as maçãs do rosto rosadas. Gosto de escrever. Palavras. Mais ainda do que dizê-las. Há outra profundidade nas palavras escritas. Mesmo que não tenham profundida. Preciso delas, das palavras escritas, para preencher os vazios. E os silêncios das palavras que não digo. Preciso escrever mesmo que ninguém me leia. E não se trata de narcisismo. Ao longo destes últimos dias, preenchi as horas com várias tarefas – muitas. Também escrevi muitas palavras, um longo texto. Faltaram-me as outras palavras. As mais intimistas. Passei pouco por aqui!

%d bloggers like this: